O novo filme de Alain Cavalier – veterano cineasta francês-, reúne imagens pessoais, gravadas com uma câmera digital semi-profissional, ao longo de dez anos de sua vida.
Pode ser mesmo um fenômeno da contemporaneidade, mas este festival aponta para uma tendência que vem se repetindo desde o furor causado por Tarnation no festival passado: pessoas, cineastas ou não, que pegam uma câmera e decidem filmar sua própria vida, sem o compromisso de se fazer cinema. Geralmente, a intenção é a de supostamente eternizar momentos importantes. Uma maneira de deixar um legado da própria existência.
O novo filme de Alain Cavalier – veterano cineasta francês-, reúne imagens pessoais, gravadas com uma câmera digital semi-profissional, ao longo de dez anos de sua vida.
Pode ser mesmo um fenômeno da contemporaneidade, mas este festival aponta para uma tendência que vem se repetindo desde o furor causado por Tarnation no festival passado: pessoas, cineastas ou não, que pegam uma câmera e decidem filmar sua própria vida, sem o compromisso de se fazer cinema. Geralmente, a intenção é a de supostamente eternizar momentos importantes. Uma maneira de deixar um legado da própria existência.